Bem venho só desejar a todas as pessoas no mundo uma boa passagem de ano. Quero que as vossas entradas sejam feitas pelo meio porque é aí que está a virtudo e para não embarrar nos problemas que todos nós pomos de lado.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Heartbeat III - Dolorosa música acompanhada de dor
Bem, o prometido é devido, e aqui está o terceiro capitulo de "Heartbeat" para vós entreter (que gosta =P).
Fiquem bem e continuação de boa Sexta-feira
Hasta.
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Depois do toque final todos os alunos seguiram para casa. Vash e seus amigos ao chegaram ao seu apartamento, e todos se preparavam para se entreterem. Shin e Rukia apenas iriam estudar um pouco, como faziam todos os dias habitualmente. Van iria para a varanda tocar guitarra e fumar, e Vash, diferente do que fazia todos os dias foi para o seu quarto se arranjar para o seu encontro. Vash sai do seu quarto vestindo umas calcas de ganga pretas com umas allstar brancas e vermelhas e no tronco colocou uma simples camisa vermelha com riscas pretas.
Rukia e Shin, que estavam a fazer dos trabalhos e casa, pararam para poderem apreciar Vash, e Van, que estava na varanda a tocar guitarra, com um cigarro na boca, o deixou cair com o espanto que foi ver assim o amigo.
Vash – Porque que estão a olhar assim para mim? – Disse meio furioso e meio envergonhado.
Van – … Onde vais assim? – Pergunta boquiaberto
Rukia – Nem vale a pena perguntar, aposto que aqui o Dom Ruam tem um encontro, neh? – Diz ao provocar o amigo
Shin – Com quem meu menino? – Provoca-o mais um pouco.
Vash – Vou ter com a Otohime, mas não é nada de mais, ok? – diz muito envergonhado – Até logo. – Diz correndo de casa.
Noutro lado da cidade, Otohime também estava em casa a se preparar para o encontro, ela apenas chegou a casa comeu algo, tomou um duche e vestiu um simples vestido toranja com tons em branco, com umas sandálias em branco. Estava quase a sair de casa, quando recebe uma mensagem da Hitomi no telemóvel a dizer “Boa Sorte para o teu encontro”.
Eles tinham combinado se encontrarem no parque da cidade às 17h. Mas Vash chegou às 16h45 para não chegar tarde. Quando finalmente chegou as 17h, Vash dirigiu-se para a fonte do parque, porque seria ali o ponto de encontro deles os dois. Vash esperou meia hora depois da hora marcada e achou esquisito o atraso de Otohime. Então decidiu ir procura-la pelo parque.
Enquanto andava pelo parque descansada e um pouco nervosa por se encontrar com Vash, Otohime sem querer foi contra duas pessoas, e ficou muito surpreendida de as ver naquele local.
Vash procurava Otohime preocupado por ela, e ainda bem que estava preocupado, porque não muito longe da fonte, Vash viu Otohime a ser assediada por dois rapazes um pouco mais velhos, então este apenas corre e os pontapeia aos dois com um valente chuto em cada um. E agarra a amiga pelos ombros.
Vash – Otohime, está bem? Eles fizeram algo contigo? – Pergunta muito preocupado
Otohime – Estou bem, apenas assustada, obrigado por me salvares Vash. – Diz aliviada mas ao mesmo tempo um pouco corado.
??? – O que pensas que está a fazer, idiota? – Diz o agressor
??? – Tu sabes quem é que nós somos, rapaz? - Intimidava o outro agressor
Vash – Não, nem quero saber – diz ao fitar os agressores da sua amiga.
Otohime – Eles são da nossa escola, são membros de uma banda intitulado “K-Punk”. – Explica ao seu amigo – aquele é o Tsubasa e o Kei-Fong. – Disse enquanto apontava para cada um.
Tsubasa – Sabes que o nosso líder vai se querer vingar pelo que nos fizestes – ameaça-os – Tu sabes com ele é Otohime.
Kei-Fong – O Kenshin vai ficar a saber disto – ameaça-os ao sair do local junto com o amigo.
Vash – Não me interessa, se voltam a tocar na Otohime, vão ter mais problemas do que só uns arranhões – avisa-os colocando a mão no ombro da amiga que cora com tal palavras – Otohime vamos. – Diz sorrindo enquanto acompanha a amiga até ao um café no parque.
Ao chegarem ao café, cada um pede um gelado para poderem saboreá-lo antes que o tempo quente acabe, estavam muito silenciosos, talvez um pouco envergonhados por estarem neste tipo de “encontro”. Até que o gelo é quebrado.
Vash – Está muito bonita hoje, Otohime – diz um pouco corado.
Otohime – Obrigado. Responde corada – Mas gostava que me explicasses o que aconteceu entre vocês os quatro. Desde de o inicio por favor.
Então Vash começa a contar que todos se conheceram num orfanato em Hokaydo, tinham os quatro sido abandonados pelos próprios pais. Desde que se conhecerem formaram entre si uma família, eram como irmãos entre todos. Eles tinham aulas desde pequenos numa escola interna no orfanato. Depois de tiverem de ir para uma escola externa para poderem continuar os estudos. Estudos eram algo que o Director Yamamoto impingia nos órfãos para poderem ter uma boa vida no futuro. Mas tiveram de se mudar por causa de uns problemas que aconteceram. Vash gostava de uma rapariga chamada de Hino, que por sua vez também gostava dele, o problema era que ela namorava com um líder de uma gang muito famoso da escola, os “Blod Chain”.
Então Hino acabou com o Shino para poder estar com Vash. Mas quando isso aconteceu Shino atacou o Vash, o Van e o Shin. Eles não se importaram porque sempre souberam se defender. Mas quando Shino atacou a Rukia não foi nada bonito, porque o ataque foi de tal malvadez que Rukia foi para o hospital com hematomas e 2 costelas partidas. Van passou-se e sozinho deu cabo de Shino e do seu gang, que este ficou nos cuidados intensivos durante meses. O problema foi que Van foi preso mas depois da policia ter sabido do ocorrido libertou Van apenas com duas ordens cautelares. Uma de Shino e uma de Hino. Então decidiram se mudar e iniciar uma nova vida e para não criar problemas ao director Yamamoto.
Vash – E esta é a nossa história – diz com uma cara melancólica – Mas agora já está tudo bem. - Sorriu
Otohime – Nem sei o que dizer, nunca pensei que tivessem passado por tanto – diz ao deixar cair algumas lágrimas no gelado inacabado.
Vash – Não chores por nós – diz ao limpar as lágrimas da cara da amiga – antes disso proferimos que sorriam por nos estarmos felizes. – Diz com um sorriso bobo na cara.
Otohime – Obrigado Vash – diz sorrindo gentilmente – Desculpa mas eu tenho de ir para casa, já está a ficar tarde para mim, obrigado por hoje.
Vash – Ok, eu levo-te a casa pelo seguro, concordas? – Pergunta à amiga
Otohime – Sim – responde com um sorriso gentil na cara
Então pagaram a conta e Vash foi levar Otohime a casa, após deixar a sua nova amiga m casa., este se dirigiu para o apartamento, porque eles teriam de trabalhar essa noite e ele já estava atrasado. Ao chegar a casa em cima da hora do trabalho todos os seus amigos lhe ralharam mas vendo a cara de felicidade de Vash, o desculparam. Afinal estavam contentes por ele. Cada um pegou no seu instrumento e saíram porta fora para o trabalho.
Já em casa, Otohime liga para Hitomi e conta o que se passou naquela tarde, e esta fica surpreendida com tal vida que eles tinham passado. Também ficou furiosa pelo que os subordinados de Kenshin, que no dia seguinte iria falar com ele.
No dia seguinte, Hitomi entra pelo portão da escola com Otohime, e foi logo pedir satisfações a Kenshin sobre o ocorrido no dia anterior. Foram as duas até ás mesas do jardim, porque normalmente eles estavam lá.
Kenshin – Oi linda! – Diz alegremente enquanto vê a namorada com a amiga ao se aproximar deles
Hitomi – Kenshin, gostava de saber o porque que o Tsubasa e o Kei-Fong assediaram a Otohime ontem. – Diz zangada
Otohime – Por favor, não cries problemas por mim – diz tristemente à amiga
Kenshin – Eles estavam só a divertir-se, não sejas tão pudica. – Provoca-a
Hitomi – desde que criaste esta banda que te tornaste diferente, Kenshin mudaste tanto, já não pareces a mesma pessoa. – Diz seriamente na cara do rapaz.
Kenshin – Não gostas da pinga? Muda de tasca rapariga. Eu sou o Kenshin e sou o melhor guitarrista desta escola e poderia ter qualquer rapariga desta escola, tens muita sorte em ser minha namorada. – Diz-lhe como se nada fosse e com um sorriso superior na cara
Otohime – Hitomi, vamos por favor – diz cheio de medo
Hitomi – Calma amiga. – Sossega a amiga. – Kenshin, podes ter qualquer rapariga da escola menos eu, acabou tudo. – Diz quase chorando.
Tsubasa – Oi, agora que acabaram, eu e o Kei-Fong podemos ficar com a ruiva aí? – Diz ao encurrala-la juntamente com o seu amigo
Otohime – PAREM!
Vash ia a entrar na escola juntamente com a sua “família” quando ouve um grito de medo juntamente com desespero. Aquela voz era a de Otohime. Preocupado começa a correr até às mesas do jardim. Espantados com a atitude do loiro, seus amigos acompanharam-no. Ao chegar lá, eles puderam ver Hitomi e Otohime encurraladas por Tsubasa e por Kei-Fong. Vash sem pensar soqueia Kei-Fong na cara e Van o agarra e tenta o tranquilizar.
Van – Calma, eles não merecem isso. – Diz ao amigo
Vash – É, eles não valem a pena que lhes batam, saiam daqui rapidamente. – Avisa-os enquanto Van o largava e vai ao encontro de Otohime. – Estás bem Otohime? Eles fizeram algo convosco? – Diz preocupado.
Hitomi – Não, e a Otohime não consegue parar de chorar. – diz muito assustada – Obrigado por tudo
Rukia – Hitomi, toma. - Diz ao entregar um papel à morena.
Hitomi – o que é isso? – Pergunta muito curiosa
Rukia – aqui tens os nossos números de telemóvel, caso precisem de algo, não hesitem em telefonar. – Diz tentado acalma-la
Shin – acreditem que iremos logo em seguido ao vosso socorro. – diz ao olhar para Kenshin o os seus amigos.
Otohime – Obrigado por tudo, a sério, mas é melhor irmos para as aulas, já estamos atrasados. – diz ao limpar as lágrimas do olhos
Vash – Não chores, por favor, muito mais bela ao sorriso na cara – diz com um sorriso bobo na cara.
Otohime – Sim, obrigada Vash.
Heatbeat II - Música Tramada
Aqui vai o segundo capitulo da minha história, espero que gostem e comentem =P. Antes de mais nada agradeço a todos os que leram e comentaram (Arigatou Tsu =D). Bem, e como e ano novo mais tarde publico o terceiro capitulo. hoje tou numa onda de dar =). Hasta mis hermanos
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Tinha passado um mês desde que os novos alunos entraram na escola. Eles não comunicavam com muita gente, a maior parte do tempo apenas se encontravam os quatro e conversavam e falavam. Toda a escola reparava neles porque causa de toda a sua liberdade, não tinha problemas de falar sobre qualquer coisa entre si, e tudo correia bem, e as pessoas já tinham percebido melhor a sua maneira de agir.
Van o rapaz sério e rebelde, Shin o rapaz calmo, sossegado e inteligente, Rukia a rapariga que tem sempre a resposta na língua e muito inteligente e Vash o rapaz rebelde e o brincalhão dos quatro. As pessoas já se tinham habituado a terem aqueles alunos na escola, muitos tentavam os conhecer melhor, havia até raparigas que deliravam com a beleza dos rapazes, mas eram afugentadas por Rukia.
Mas um dia que Kenshin, o auto-proclamado melhor guitarrista de toda a escola, decidiu lhes pregar uma partida, inicialmente inofensiva.
Tudo começou quando Van saiu da sala de aula para se encontrar com os seus amigos para irem almoçar no terraço da escola, como faziam todos os dias. Enquanto isto Kenshin e os seus amigos, entraram na sala de aula de Van e começaram a vandalizar tudo, desde mesas, cadeiras, quadros, a pintarem as paredes com spray e colocaram as latas na mochila de Van. Enquanto isto, o rapaz de cabelos brancos almoçava no terraço.
Vash – Van! Yo Van! – Gritava
Van – Diz – respondia enquanto tirava os auriculares das orelhas.
Shin – Temos mais algum trabalho esta semana? – Pergunta o amigo enquanto acariciava os cabelos de Rukia que adormecera no seu colo.
Van – Num sei, vou perguntar à Kaoru – Diz enquanto pegava no seu telemóvel e se preparava para telefonar, mas…
Hatake – VAN! – Gritou o professor acompanhado por dois seguranças da escola – Acompanha-me à Directora Tsunade.
Van – Porque? – Pergunta muito surpreendido
Hatake – Terás de explicar o motivo de teres vandalizado a sala de aula – Disse muito autoritário enquanto se aproximava do seu aluno e lhe agarrava no braço.
Vash – Impossível, o Van tem estado aqui connosco desde de o toque para o almoço – Gritou enquanto se levantava revoltado com esta situação.
Shin – Acalma-te Vash! Van o melhor será acompanha-los para observarmos o que se passa e depois provares a tua inocência, ok? – Diz o amigo enquanto tentava acordar a sua amada.
Vash – Eu vou contigo, e vou provar que estavas aqui connosco. – Diz zangado
Van – Vash, estás muito emotivo, fica aqui com o Shin e com a Rukia. Eu vou indo para poder provar desde já a minha inocência. – Diz friamente
Van acompanhou o professor e os seus capangas até à sala da directora, onde falou e explicou a o acontecido. Passou quase toda a tarde na sala da directora, ate que a sua sentença foi escolhida. Van tinha sido suspenso da escola por uma semana.
Seus amigos estavam a porta da directora e ficaram perplexos com a sentença, Vash queria entrar e pedir explicações, Shin apenas falava com Hatake tentado explicar o sucedido, enquanto que Rukia apenas pedia explicações ao seu amigo até que.
Van – Eu não fiz nada, e não descansarei enquanto não encontrar quem me fez isto e essa pessoa irá pagar. – Apenas sussurrou enquanto se afastava para sair da escola.
Durante essa semana, Van apenas trabalhou para sustentar a casa. Ele vivia com Shin, Rukia e Vash, e todos trabalhavam a meio expediente para terem dinheiro para a sua casa. Eles os quatro sempre tiveram juntos, desde que estavam no orfanato, até terem saído por se tornaram demasiados velhos para aquele orfanato. Todos se protegiam, se consideravam família entre todos.
Vash indignado, andou a fazer uma investigação sobre quem e que tramou o seu amigo. Rukia e Shin, trataram de fazer resumos da matéria das aulas para que Van podasse estudar em casa.
Van entrava na escola com os seus amigos, mas todos os outros alunos na escola o gozavam e o tratavam como um rebelde, mas Van não se importava, até que viu o olhar de desprezo de um certa morena, e ai o seu peito começou a doer, uma dor estranha para Van. Ouviu-se o toque da campainha e todos foram para as suas salas. Hitomi apenas lhe virou a cara.
Van – É apenas mais uma menina rica como os outros – pensava tristemente.
No primeiro intervalo do dia, Vash foi ter com Otohime para fazer umas perguntas relativas ao problema de Van.
Vash – Yo. Será que podemos falar os dois? – Pergunta
Otohime – Sim, já que eu gostaria de falar contigo. – Responde.
Então os dois vão para uma zona mais afastada para poderem falar, Vash começa a falar que o seu amigo não poderia ter feito aquela atrocidade à sala, já que ele estava com os amigos no terraço a almoçarem. Otohime concorda com Vash, e com um certo medo diz algo que já o devia de ter dito.
Otohime – Eu sei que o Van não pode ter feito aquilo à sala, porque…. – Diz com receio nas suas palavras
Vash – Diz, não tenhas receio – falou carinhosamente enquanto passava a sua mão no seu ombro.
Otohime – Eu nesse dia, enquanto passava pela sala, vi o Kenshin a passar para o lado da nossa sala com uma mochila que tilintava como se leva-se latas de spray – diz com muito receio.
Vash – QUÊ? – Diz enquanto esmurra uma porta de arrumos a sua beira e faz um buraco apenas com o punho.
Otohime ao ver a reacção do loiro, treme de medo pelo que poderia acontecer, ela olha nos olhos de Vash pensando em ver a sua raiva mas não é isso que vê. Ela apenas vê ele triste quase chorando.
Otohime – estás a chorar? Porque? – Diz estranhando aqueles sentimentos
Vash – eu não estou a chorar – disse enquanto passa as mãos nos olhos para limpa-los. – E que…
Otohime – o que foi? Conta-me. – Diz ela segurando a sua mão – Confia em mim. – Diz sorrindo para tentar colocar um sorriso na cara de Vash.
Vash – E que… – não terminou de falar porque ouviu toque da campainha para entrar – Vamos. Temos de ir para as aulas.
Otohime – OK, mas – diz enquanto puxa a cara do rapaz para perto da sua para este poder fita-la. – Mas hoje depois das aulas vamos tomar um café os dois para me poderes contar tudo, visto que sou muito curiosa, ok? – Diz sorrindo.
Vash – OK – responde envergonhado por estar a fitar uns olhos tão belos, e por uma rapariga se importar para com os seus sentimentos.
Então eles se separaram e cada um foi para a sua sala. Assim o dia foi passando até à hora de almoço, e como todos os outros dias, Van e seus amigos foram para o terraço almoçar, e Vash começa a contar o sucedido aos seus amigos.
Rukia – O QUÊ? – Diz levantando-se do chão – Eu vou partir a cara aquele gajo. – Disse enquanto se encaminhava para a porta do terraço
Van – Para Rukia – diz Van muito calmo e segurando o braço da sua amiga. – Eu vou tratar deste assunto sozinho ok?
Shin – Vá, amor – diz o namorado enquanto a abraça por trás e vê as suas lágrimas – tudo vai correr bem ok? – Diz ao limpar as lágrimas do rosto da namorada.
Rukia – Mas assim ainda acontece o que aconteceu na última escola. Eu não quero que o Van sofra mais. Não quero. – Diz ao agarrar-se ao namorado, e abraçando-o
Shin – O Van e forte, não te preocupe, a serio. – Diz ao beija-la num lento e bom beijo.
Vash – Van, eu trato dele, não te preocupes, vamos pagar na mesma moeda – disse os amigos.
Van – Não! Vamos lhe magoar onde lhe mais dói. No seu orgulho de menino rico e mimado. – Diz com um sorriso maquiavélico nos lábios, que até provocou um arrepio na espinha dos amigos.
Ao mesmo tempo, Otohime conta o que se passou entre ela e o Vash a Hitomi. Esta fica muito surpreendida com a informação que a sua amiga estava a lhe dar, e sente que julgou mal Van e estava com remorsos, mas porque sentiria aqueles remorsos?
Otohime – Que cara é essa? – Pergunta a ruiva
Hitomi – não é nada, serio. – Responde a morena – mas tens a certeza de foi o Kenshin que tramou o Van? – Perguntou seriamente.
Otohime – Sim, visto que o Van estava no terraço a almoçar com os seus amigos. – Responde. – Eu estava com receio de dizer algo porque ainda namoras com o Kenshin. – Diz a ruiva com tristeza a transbordar dos seus olhos para fora.
Hitomi – É melhor eu falar com ele. Também vou falar com o Van para ele perdoar o Kenshin. Não quero que lhe aconteça nada de mal – diz a morena.
Otohime – Ah, sei que isto não é para aqui chamado, mas… – diz receosamente à amiga - …mas já contaste aos teus pais sobre o Kenshin? Eles aceitaram?
Hitomi – Sim já, e a minha sorte foi eles conhecerem a mãe do Kenshin, ela e uma grande tenor que já entrou em espectáculos com eles – Responde – Se não fosse por isso, eles apenas diriam que ele não era com para mim, nem uma boa influência.
Otohime – Ainda bem que os meus pais não são tão rigorosos quanto os teus – diz a amiga – Bem, vamos? - Pergunta
Hitomi – Sim. – Responde – Já agora, o que vais fazer hoje de tarde? – Pergunta à amiga
Otohime – E-e-e-e-u-eu vou me encontrar com o Vash! – Responde muito corada e a gaguejar.
Hitomi – Ui, conhecem-se à tão pouco tempo e já estão a sair juntos? – Provoca a amiga
Otohime – Não é bem isso …. – Diz vermelha de tal maneira que parece um pimento
Hitomi – OK! Não pergunto mais nada. – Diz rindo-se do embaraço da amiga – vamos para não chegares tarde ao teu “encontro”! – provoca entre gargalhadas.
Otohime – Não é nada do que estás a pensar – responde ao correr atrás da amiga.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
HeartBeat I - A balada da chegada!
Bem, vou então apresentar o 1 capitulo da minha história criada de raiz. É uma fanfic para quem gosta de amor e de musica. espero que gostem e espero ler os vossos comentários. Hasta
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Esta história começa numa tarde ensolarada de Primavera, era o começo de um novo ano lectivo na Escola de Música Clássica “Orfion”. Esta é uma das escolas mas prestigiadas de todo o Japão. Orfion era uma escola secundária em que apostava sempre na música clássica, todos os seus alunos tinham de ter boas notas e de serem bons a tocar os seus instrumentos, era por muitos considerada uma escola só para os mais ricos, porque a maior parte dos alunos consistia em filhos de famosos, ou mesmo de deputados e assim. Nesta escola tinham dois tipos de aula, as “Aulas Normais” e as “Aulas Musicais”. As “Aulas Normais” consistiam em disciplinas básicas como Matemática, Inglês, Ciências, etc.…, as “Aulas Musicais”, como o nome refere, consiste em aulas todas elas dedicadas à música, como Canto, História da Musica, Musica Prática, etc.
Hitomi era a melhor aluna da escola, filha do melhor duo do Japão em música clássica. Levava uma vida muito cansativa, derivado aos estudos e á pressão dos seus pais, para ela se tornar uma boa artista em música clássica. Ela era uma rapariga de 17 anos, com cabelos negros e olhos azuis, tinha 1.63m e uma cicatriz no meio do seu nariz provocada por um antigo acidente. Era muito rigorosa em tudo o que fazia.
Ela estava a passar o portão da escola quando a chamam.
??? – HITOMI-CHAN.
Hitomi – Otohime-chan – disse sorrindo – Bom dia – Disse ao aproximar-se da sua amiga.
Hitomi quase que não tinha amigos, colegas tinha, mas amigos, isso era outra história. A sua única amiga era Otohime, uma rapariga do mesmo tamanho de Hitomi, mas com uns olhos castanhos e cabelos ruivos, tinha a mesma idade que a sua amiga e vestia o uniforme da escola, que consistia em uma saia um pouco acima do joelho preta, uma camisa branca com um lenço em preto, e o símbolo da escola nas mangas da camisa.
Otohime – Bom dia Hitomi, pronta para mais um ano de escola? – Perguntou enquanto agarrava o braço da amiga de começavam a caminhar em direcção à escola.
Hitomi – Claro que sim – respondeu sorrindo.
Então foram as duas para a sala de aulas, elas eram da mesma turma, e quando chegaram a sua sala foram cumprimentadas pelos seus colegas de turma. Estavam todos a conversar como tinham sido as férias de cada um, até que entra o professor de turma Hatake. Hatake vestia um fato preto com uma camisa branca sem gravata usava óculos e tinha os cabelos e os olhos castanhos-claros.
Hatake – Silêncio e sentem-se por favor – diz ao entrar na sala. – Bem meninos o meu nome é Ryo Hatake e serei o vosso professor de turma. Prazer.
Todos – Prazer Professor Hatake – dizem em coro
Hatake – Bem, antes de começarmos, vou vos apresentar um novo aluno da turma. Entra – diz olhando para a porta.
Nisto entra um rapaz de cabelos brancos, com uns olhos pretos e rebeldes escondidos por detrás de uns óculos de leitura, usa uma corrente na perna direita e dois brincos na orelha esquerda.
??? – Olá muito prazer, o meu nome é Van – diz com um sorriso rebelde no seu rosto
Todos na turma murmuram entre si o aspecto do rapaz, que simplesmente sorri e se sente na última mesa da sala ao lado da janela. Hatake pede que cada aluno se levante e se apresente, dizendo seu nome, idade e hobbis. Na parte dos hobbis…. Formou-se um alvoroço.
Hatake – Silêncio por favor – diz numa voz mais autoritária – bem como já estamos todos apresentados, vamos para o pátio e esperamos lá pela cerimónia de abertura.
E assim todos na turma saem da sala, e foram para o pátio. Todos se sentaram em grupos e continuam a falar das suas férias e sobre o novo aluno. Numa mesa mais afastada está Van, deitado no banco, a ouvir música e a olhar para o céu.
Até que mais algumas turmas saem das salas para o pátio e todos ficam surpreendidos com duas silhuetas.
Primeiro era um casal a andar de mão dada como se não fosse nada, o rapaz era alto, moreno, com olhos castanhos e cabelos pretos presos em rabo-de-cavalo, com um simples piercing nu lábio, usando o uniforme da escola, que para rapazes consistia numas calças ganga preta, numa camisa branca com o símbolo da escola nas mangas e numa gravata preta.
A rapariga era simples, parecia frágil com a sua postura pequena, olhos e cabelos negros, com uma corrente fina no seu pulso esquerdo, e um bonito pendente na sua orelha direita.
Em segundo era um rapaz magro, alto e com os cabelos loiros espetados de olhos azuis, tina dois brincos em cada orelha e usava uns óculos de sol amarelos.
Todos se surpreendem com a sua maneira de se vestir diferente, era muito normal pensarem assim, visto que nesta escola todos tinham o sonho de serem uns grandes músicos, gostavam de ser simples, apenas usando a farda e nada de bijutarias nas suas orelhas quanto mais nas suas caras.
Todos olham para os três “fantasiados” que passam como se nada fosse, até que um aluno grita.
??? – Ó palhaços erraram na escola, o circo de aberrações e do outro lado da cidade. – Grita provocando-os e fazendo a maior parte dos alunos se rir.
Otohime – Cala-te Kenshin, o que é que eles fizeram para tu dizeres isso – ralhou ao rapaz com raiva nos olhos.
Kenshin – Otohime, achas mesmo que pessoas como elas, sem classe nem nível, vão ter algum valor nesta escola – grita de propósito os provocando.
Nisto a rapariga que estava agarrada ao rapaz alto e moreno vai até Kenshin e prega-lhe um enorme estalo na cara. Todos ficam boquiabertos com aquela atitude. A rapariga apenas o olha nos olhos e diz:
??? – Nós não nos chama-mos palhaços – diz com um sorriso malicioso – por exemplo o meu nome é Rukia e tenho mais classe que tu, visto que não julgo as pessoas pela sua aparência.
Enquanto que a Rukia dava o sermão a Kenshin, Van levantou-se e perguntou:
Van – O que se passou aqui, Shin e Vash? – Pergunta ao
Vash – Foi aquele rapaz que nos chamou de palhaços e a Rukia passou-se por completo – diz rindo
Van – Huh? OK, e tu Shin? Não vais ajudar a tua namorada? – Diz olhando para o amigo.
Shin – Hum… depende, eu acho que é aquele rapaz que vai precisar da nossa ajuda – diz com fazendo os seus amigos se rirem.
Rukia continuava a dar o sermão a Kenshin, até que este se passa por completo e sai dali com os seus amigos. Rukia volta para a beira do seu namorado e amigos. Eles os quatro caminham para o campo de jogos para assistirem à cerimónia de abertura do ano escolar.
Após a cerimónia todos os alunos foram para casa. Otohime e Hitomi já estavam quase a sair da escola quando a morena se esqueceu de umas pautas na sala. Ao ir para a sua sala, Hitomi se surpreende ao ouvir um linda voz masculina a cantar enquanto passava próxima da sala de música e decide investigar.
O que ela vê e algo totalmente inesperado. Ela pode ver Van com uma viola a cantar a balada mais linda que poderia imaginar, mas quando ela tenta abrir mais um pouco a porta, faz um pequeno que barulho que Van detecta logo e para de cantar e tocar.
Van – que estas aqui a fazer – pergunta um pouco rude
Hitomi – Eu vim buscar as pautas que me esqueci quando ouvi uma bela balada – diz um pouco envergonhada.
Van – OK!
Hitomi – Que bela voz que tu tens, e tocas muito bem viola. Eu não conheço essa música? – Pergunta sorrindo.
Van – O-o-o-brigada – diz muito envergonhado – apenas os meus amigos e que gostam da minha voz e esta música foi eu que a fiz.
Hitomi – Uau – diz admiradíssima, nunca pensara que alguém como ele pudesse criar algo tão belo. E ai viu que a sua maneira de pensar era como a de Kenshin. -Porque que vocês nãos se vestem como os outros? – Pergunta um pouco curiosa.
Van – Para que? Para sermos alguém que não somos. – Responde seriamente – Nós apenas gostamos de sermos nós próprias, é assim tão mau? – Pergunta sorrindo
Hitomi está perplexa com a resposta do rapaz. “Ser ela própria? O que será que mudaria?”, questionou-se enquanto se despedia do rapaz de cabelos brancos e ia ao encontro da sua amiga. Ela apenas fazia o que os pais diziam que era melhor para ela, nunca fazia nada que gostasse de fazer.
Otohime – o que te aconteceu? Perdestes-te? – Brincou a amiga
Hitomi – não foi nada, apenas me atrasei um pouco desculpa – respondeu a amiga forçando um sorrio da sua cara seria e acordando do seus pensamentos – vamos para casa Otohime-chan?
Otohime – Vamos…… - responde a amiga, agarrando o seu braço e puxando-a para casa sempre com um sorriso bobo na cara.
Ao passarem no portão de entrada poderem ver Shin, Rukia e Vash a espera de Van, que nunca mais saia da escola. Porque? Porque ele estava na janela da sala de música a observar a única rapariga que tinha-lhe dito que gostava de uma balada sua. Para não falar que até ficou envergonhado? Qual é que tinha sido a ultima vez que teria estado envergonhado? Questionou-se enquanto pegava na sua mochila, a colocava nas costas e sai da sala de aula a pensar…esta escola vai ser uma enorme aventura.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Epic Fail
Hoje irei vos apresentar algumas imagens daquelas pequenas coisas que nos acontecem e que ainda hoje nos lembramos. Da próxima vez que vos aconteça uma coisa destas tirem uma foto. Porque uma foto vale mais de 1000 palavras. Hasta
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