Aqui vai o segundo capitulo da minha história, espero que gostem e comentem =P. Antes de mais nada agradeço a todos os que leram e comentaram (Arigatou Tsu =D). Bem, e como e ano novo mais tarde publico o terceiro capitulo. hoje tou numa onda de dar =). Hasta mis hermanos
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Tinha passado um mês desde que os novos alunos entraram na escola. Eles não comunicavam com muita gente, a maior parte do tempo apenas se encontravam os quatro e conversavam e falavam. Toda a escola reparava neles porque causa de toda a sua liberdade, não tinha problemas de falar sobre qualquer coisa entre si, e tudo correia bem, e as pessoas já tinham percebido melhor a sua maneira de agir.
Van o rapaz sério e rebelde, Shin o rapaz calmo, sossegado e inteligente, Rukia a rapariga que tem sempre a resposta na língua e muito inteligente e Vash o rapaz rebelde e o brincalhão dos quatro. As pessoas já se tinham habituado a terem aqueles alunos na escola, muitos tentavam os conhecer melhor, havia até raparigas que deliravam com a beleza dos rapazes, mas eram afugentadas por Rukia.
Mas um dia que Kenshin, o auto-proclamado melhor guitarrista de toda a escola, decidiu lhes pregar uma partida, inicialmente inofensiva.
Tudo começou quando Van saiu da sala de aula para se encontrar com os seus amigos para irem almoçar no terraço da escola, como faziam todos os dias. Enquanto isto Kenshin e os seus amigos, entraram na sala de aula de Van e começaram a vandalizar tudo, desde mesas, cadeiras, quadros, a pintarem as paredes com spray e colocaram as latas na mochila de Van. Enquanto isto, o rapaz de cabelos brancos almoçava no terraço.
Vash – Van! Yo Van! – Gritava
Van – Diz – respondia enquanto tirava os auriculares das orelhas.
Shin – Temos mais algum trabalho esta semana? – Pergunta o amigo enquanto acariciava os cabelos de Rukia que adormecera no seu colo.
Van – Num sei, vou perguntar à Kaoru – Diz enquanto pegava no seu telemóvel e se preparava para telefonar, mas…
Hatake – VAN! – Gritou o professor acompanhado por dois seguranças da escola – Acompanha-me à Directora Tsunade.
Van – Porque? – Pergunta muito surpreendido
Hatake – Terás de explicar o motivo de teres vandalizado a sala de aula – Disse muito autoritário enquanto se aproximava do seu aluno e lhe agarrava no braço.
Vash – Impossível, o Van tem estado aqui connosco desde de o toque para o almoço – Gritou enquanto se levantava revoltado com esta situação.
Shin – Acalma-te Vash! Van o melhor será acompanha-los para observarmos o que se passa e depois provares a tua inocência, ok? – Diz o amigo enquanto tentava acordar a sua amada.
Vash – Eu vou contigo, e vou provar que estavas aqui connosco. – Diz zangado
Van – Vash, estás muito emotivo, fica aqui com o Shin e com a Rukia. Eu vou indo para poder provar desde já a minha inocência. – Diz friamente
Van acompanhou o professor e os seus capangas até à sala da directora, onde falou e explicou a o acontecido. Passou quase toda a tarde na sala da directora, ate que a sua sentença foi escolhida. Van tinha sido suspenso da escola por uma semana.
Seus amigos estavam a porta da directora e ficaram perplexos com a sentença, Vash queria entrar e pedir explicações, Shin apenas falava com Hatake tentado explicar o sucedido, enquanto que Rukia apenas pedia explicações ao seu amigo até que.
Van – Eu não fiz nada, e não descansarei enquanto não encontrar quem me fez isto e essa pessoa irá pagar. – Apenas sussurrou enquanto se afastava para sair da escola.
Durante essa semana, Van apenas trabalhou para sustentar a casa. Ele vivia com Shin, Rukia e Vash, e todos trabalhavam a meio expediente para terem dinheiro para a sua casa. Eles os quatro sempre tiveram juntos, desde que estavam no orfanato, até terem saído por se tornaram demasiados velhos para aquele orfanato. Todos se protegiam, se consideravam família entre todos.
Vash indignado, andou a fazer uma investigação sobre quem e que tramou o seu amigo. Rukia e Shin, trataram de fazer resumos da matéria das aulas para que Van podasse estudar em casa.
Van entrava na escola com os seus amigos, mas todos os outros alunos na escola o gozavam e o tratavam como um rebelde, mas Van não se importava, até que viu o olhar de desprezo de um certa morena, e ai o seu peito começou a doer, uma dor estranha para Van. Ouviu-se o toque da campainha e todos foram para as suas salas. Hitomi apenas lhe virou a cara.
Van – É apenas mais uma menina rica como os outros – pensava tristemente.
No primeiro intervalo do dia, Vash foi ter com Otohime para fazer umas perguntas relativas ao problema de Van.
Vash – Yo. Será que podemos falar os dois? – Pergunta
Otohime – Sim, já que eu gostaria de falar contigo. – Responde.
Então os dois vão para uma zona mais afastada para poderem falar, Vash começa a falar que o seu amigo não poderia ter feito aquela atrocidade à sala, já que ele estava com os amigos no terraço a almoçarem. Otohime concorda com Vash, e com um certo medo diz algo que já o devia de ter dito.
Otohime – Eu sei que o Van não pode ter feito aquilo à sala, porque…. – Diz com receio nas suas palavras
Vash – Diz, não tenhas receio – falou carinhosamente enquanto passava a sua mão no seu ombro.
Otohime – Eu nesse dia, enquanto passava pela sala, vi o Kenshin a passar para o lado da nossa sala com uma mochila que tilintava como se leva-se latas de spray – diz com muito receio.
Vash – QUÊ? – Diz enquanto esmurra uma porta de arrumos a sua beira e faz um buraco apenas com o punho.
Otohime ao ver a reacção do loiro, treme de medo pelo que poderia acontecer, ela olha nos olhos de Vash pensando em ver a sua raiva mas não é isso que vê. Ela apenas vê ele triste quase chorando.
Otohime – estás a chorar? Porque? – Diz estranhando aqueles sentimentos
Vash – eu não estou a chorar – disse enquanto passa as mãos nos olhos para limpa-los. – E que…
Otohime – o que foi? Conta-me. – Diz ela segurando a sua mão – Confia em mim. – Diz sorrindo para tentar colocar um sorriso na cara de Vash.
Vash – E que… – não terminou de falar porque ouviu toque da campainha para entrar – Vamos. Temos de ir para as aulas.
Otohime – OK, mas – diz enquanto puxa a cara do rapaz para perto da sua para este poder fita-la. – Mas hoje depois das aulas vamos tomar um café os dois para me poderes contar tudo, visto que sou muito curiosa, ok? – Diz sorrindo.
Vash – OK – responde envergonhado por estar a fitar uns olhos tão belos, e por uma rapariga se importar para com os seus sentimentos.
Então eles se separaram e cada um foi para a sua sala. Assim o dia foi passando até à hora de almoço, e como todos os outros dias, Van e seus amigos foram para o terraço almoçar, e Vash começa a contar o sucedido aos seus amigos.
Rukia – O QUÊ? – Diz levantando-se do chão – Eu vou partir a cara aquele gajo. – Disse enquanto se encaminhava para a porta do terraço
Van – Para Rukia – diz Van muito calmo e segurando o braço da sua amiga. – Eu vou tratar deste assunto sozinho ok?
Shin – Vá, amor – diz o namorado enquanto a abraça por trás e vê as suas lágrimas – tudo vai correr bem ok? – Diz ao limpar as lágrimas do rosto da namorada.
Rukia – Mas assim ainda acontece o que aconteceu na última escola. Eu não quero que o Van sofra mais. Não quero. – Diz ao agarrar-se ao namorado, e abraçando-o
Shin – O Van e forte, não te preocupe, a serio. – Diz ao beija-la num lento e bom beijo.
Vash – Van, eu trato dele, não te preocupes, vamos pagar na mesma moeda – disse os amigos.
Van – Não! Vamos lhe magoar onde lhe mais dói. No seu orgulho de menino rico e mimado. – Diz com um sorriso maquiavélico nos lábios, que até provocou um arrepio na espinha dos amigos.
Ao mesmo tempo, Otohime conta o que se passou entre ela e o Vash a Hitomi. Esta fica muito surpreendida com a informação que a sua amiga estava a lhe dar, e sente que julgou mal Van e estava com remorsos, mas porque sentiria aqueles remorsos?
Otohime – Que cara é essa? – Pergunta a ruiva
Hitomi – não é nada, serio. – Responde a morena – mas tens a certeza de foi o Kenshin que tramou o Van? – Perguntou seriamente.
Otohime – Sim, visto que o Van estava no terraço a almoçar com os seus amigos. – Responde. – Eu estava com receio de dizer algo porque ainda namoras com o Kenshin. – Diz a ruiva com tristeza a transbordar dos seus olhos para fora.
Hitomi – É melhor eu falar com ele. Também vou falar com o Van para ele perdoar o Kenshin. Não quero que lhe aconteça nada de mal – diz a morena.
Otohime – Ah, sei que isto não é para aqui chamado, mas… – diz receosamente à amiga - …mas já contaste aos teus pais sobre o Kenshin? Eles aceitaram?
Hitomi – Sim já, e a minha sorte foi eles conhecerem a mãe do Kenshin, ela e uma grande tenor que já entrou em espectáculos com eles – Responde – Se não fosse por isso, eles apenas diriam que ele não era com para mim, nem uma boa influência.
Otohime – Ainda bem que os meus pais não são tão rigorosos quanto os teus – diz a amiga – Bem, vamos? - Pergunta
Hitomi – Sim. – Responde – Já agora, o que vais fazer hoje de tarde? – Pergunta à amiga
Otohime – E-e-e-e-u-eu vou me encontrar com o Vash! – Responde muito corada e a gaguejar.
Hitomi – Ui, conhecem-se à tão pouco tempo e já estão a sair juntos? – Provoca a amiga
Otohime – Não é bem isso …. – Diz vermelha de tal maneira que parece um pimento
Hitomi – OK! Não pergunto mais nada. – Diz rindo-se do embaraço da amiga – vamos para não chegares tarde ao teu “encontro”! – provoca entre gargalhadas.
Otohime – Não é nada do que estás a pensar – responde ao correr atrás da amiga.
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